Livro de Lauren Conrad na lista de best sellers do New York Times julho 14, 2009
Ela deu adeus ao seriado The Hills mas Lauren Conrad continua adorada pelos fãs: seu debut na literatura – com o romance L.A. Candy, vem atingindo o topo da lista de Best Sellers do New York Times por semanas seguidas.
O que a blondie tem a dizer: “Se alguém me dissesse há cinco anos que quando tudo isto começasse um dia eu estaria na lista de mais vendidos do New York Times eu certamente não teria acreditado”. (…) “Estou tão honrada que isto agora se tornou realidade”.
O romance, baseado na vida da própria autora, conta a vida de Jane Roberts, uma garota de 19 anos que se muda para Hollywood e acaba estrelando um reality show. Bem original, não acham? Ah, e vem mais por aí. L.A. Candy é o primeiro livro de uma série de três.
Donna Reed – Pin-up dos soldados da II Guerra Mundial maio 26, 2009

Donna Reed guardou centenas de cartas de soldados da II Guerra Mundial fascinados pela estrela de cinema. Os filhos da atriz descobriram o material em uma caixa de sapato.
Por falar em Pin-Ups, ótima a reportagem de Larry Rother, para o Arts, do The New York Times. Bom texto e um tema muito interessante. Quase podemos viajar até os campos de batalha da década de 40 e a influência do cinema a milhares de quilômetros de “casa”.
“Já se passou muito tempo desde que algum de nós garotos vimos uma mulher, então estamos escrevendo para você na esperança de que nos ajude com essa situação”, o oficial militar Frank J. Gizych lamentou em uma das cartas postadas de um abrigo nas Ilhas Aleutas. “Como sabemos que é impossível ver uma mulher pessoalmente, apreciaríamos muito se você pudesse nos mandar uma foto sua.”
Era julho de 1944 e a América estava em guerra. Das bases e campos de batalha na Europa e de ilhas do Pacífico, soldados, marinheiros e pilotos enviavam torrentes de cartas para suas atrizes favoritas em Hollywood, pedindo pôsteres e comentando suas vidas na frente de batalha.
Quase toda esta correspondência, que os estúdios normalmente respondiam com uma foto brilhante exibindo a estrela em pose atrevida, foi perdida. Mas a atriz Donna Reed, famosa por papeis como Mary Bailey em “It’s a Wonderful Life”, a dona-de-casa classe média Donna Stone em “The Donna Reed Show” e que ganhou um Oscar por “From Here to Eternity,” guardou uma parte dessa correspondência. Após cerca de 65 anos em uma caixa de sapato dentro de um velho baú, guardado na garagem da casa dela em Beverly Hills, as cartas finalmente foram lidas e tornadas públicas pelos filhos da atriz. Reed morreu em 1986 aos 64 anos.
“Mamãe nunca as mencionou,” disse Mary Owen, 52, a mais nova dos quatro. E acrescentou, “Eu não tinha ideia de que ela era um símbolo tão importante para esses garotos.”
O exército dos Estados Unidos encorajou o fenômeno pin-up como uma forma de manter o estado de espírito dos soldados longe de casa. Muitas das principais pin-ups eram estrelas de cinema reconhecidas pelo sex appeal, em particular Betty Grable, cabelo loiro empilhado para cima, incutida em um maiô e fotografada por trás, o rosto voltado para a câmera com um sorriso. Havia outras: imagens de Rita Hayworth, Ann Sheridan, Hedy Lamarr e Dorothy Lamour também adornavam armários, paredes de quartéis e bicos das aeronaves militares.
Mas “Donna Reed provavelmente se aproximou mais do que qualquer outra atriz de ser o querido protótipo de esposa e mãe”, disse Jay Fultz, autor da biografia de 1998 “In Search of Donna Reed.” Desde que ela também era mais jovem, recém-gradudada em papeis ingênuos e portanto próxima da idade média dos homens em batalha, eles frequentemente escreviam para ela como se fosse para a irmã ou a garota vizinha, confidenciando momentos de moments de saudades de casa, solidão, carência e ansiedade.
No total, Reed manteve 341 cartas, algumas datilografadas mas a maioria escrita em um tipo de elegante letra cursiva raramente vista hoje. Considerada de um modo geral, a correspondência oferece um cândido relance de uma era se acabou, um tempo em que a meia dúzia de sargentos teimosos da marinha poderiam escrever que “nós achamos você maravilhosa”, querendo dizer alguma coisa que não tinha sentido irônico.





