A Harper’s Bazaar especial de fim de ano está trazendo um especial que deve satisfazer os fãs aficcionados pela saga de Crepúsculo - a edição de dezembro traz na capa e nas páginas principais lindas fotos do casal (?) mais badalado do momento: Kristen Stewart e Robert Pattinson.
A revista – que vai sair nas bancas americanas no dia 17 de novembro - vem cheia de declarações mútuas dos astros de Lua Nova: a atriz chama Pattinson de “um ótimo cantor. De partir o coração”, enquantor o ator inglês diz que sua parceira de filme, “é uma garota única. Você realmente não conhece muitas pessoas como a Kristen.”
Na entrevista o par continua fazendo doce sobre os rumores de um romance (Pattinson negou o caso fora das telas em entrevista a Vanity Fair), mas não há como negar que os dois tem uma adoração mútua um pelo outro.
E a garota de 19 anos sabe bem que a química que os dois dividem na tela interpretando Bella e seu belo namorado vampiro Edward Cullen, é mesmo rara. Durante os testes para o papel, “nós tivemos uma coisa muito receptiva e palpável”.
De acordo com a reportagem, também há uma nota divertida sobre o relacionamento dos dois: Quando perguntada sobre quem é mais romântico, Kristen imediatamente responde que é Robert, adicionando “acredito que romance é algo honesto. Enquanto é honesto, é tão irresistível”.
Quando Pattinson é questionando com a mesma pergunta ele ironiza “o que a Kristen disse?” Qundo ele descobre que ela apontou que era ele, ele responde, “Não. Sou melhor em falsificar” e solta uma longa gargalhada.
Em breve o par vai causar barulho nos cinemas do mundo inteiro: A Saga de Crepúsculo: Lua Nova estreia no próximo dia 20.
Amelia Earhart pode ser mais conhecida por ter sido a primeira mulher a fazer um vôo solo transatlântico em 1932, como vai exibir o novo filme Amelia (em cartaz nos Estados Unidos), mas sua contribuição para a moda não foi devidamente reconhecida. Ela assumiu riscos em ambas paixões – pilotar e se vestir. Embora o seu desaparecimento ainda seja um mistério, seu legado estiloso ainda permanece bem vivo e atual. Um deles bomber jackets (jaquetas de bombardeiro) —do couro ao sintético — continua dando graça ao guarda-roupa de hoje.
Bomber Jacket - Jaqueta com gola de pele ($68 na ArdenB.com) e Jaqueta de Couro ($260 na Topshop.com)
Chapéu de Aviador - quando Amelia era editora associada na revista Cosmopolitan, ela usou a oportunidade para divulgar a mulher na aviação. Um retrato dela usado o chapéu de aviador está disponível no museu Amelia Earhart. ($25.99 cada no Amazon.com)
Óculos de aviador - do alto: ($98 na Nordstrom.com), ($120 na Nordstrom.com) Marc Jacobs ($98 na SaksFifthAvenue.com)
Depois de se destacar na aviação, a jovem aviadora criou uma coleção de roupas para pilotas. Sua primeira criação? O macacão com grandes bolsos. Estava tão a frente da moda naquela época que a Vogue exibiu a novidade com destaque. Este ano a tendência voltou com força total.
Calças Cáqui - A aviadora também criou roupas para qualquer “mulher que vive ativamente”.
Embora Amelia tenha adaptado criações a partir do vestuário masculino, ela soube como adicionar um acento feminino. Ela ficou conhecida por usar echarpes estampados em conjunto com as jaquetas. Echarpe floral Oscar de la Renta ($120 na ChickDowntown.com)
Bota de corrida Earhart - ideal para as aventuras no ar. Da esquerda: ($69 na Macys.com) e Michael Kors ($245 na MichaelKors.com)
Blusa Básica Earhart - corte simples e cor natural, mas com toque feminina por causa dos babados e das linhas.
Para quem gosta de filmes de animação, uma coisa legal: a Disney vai reexibir nos cinemas Toy Story 1 & 2, desta vez em 3-D. Lá nos EUA isto acontece no comecinho de outubro. Então só precisamos esperar mais um pouco para rever dois dos melhores filmes de animação já feitos.
Para quem quer entrar mais no mundo Sex and the City o New York Times tem uma página dedicada ao filme bem legal e completamente multimídia – tem vídeos com depoimentos, fotos e um vídeo que mostra uma repórter indo até a première do longa.
E no site da estilista do filme Patricia Field tem uma página dedicada a venda de produtos relacionados ao longa e ao seriado. Para todos os gostos e bolsos: artigos que vão de $14 a $3,200. O famoso vestido com a notória flor custa $398. Quem se habilita a sair pelas ruas assim?
Confesso – extremely embarrassed – que comecei pelo fim, ou pelo menos pelo que até agora parece ser o fim (até que venha o 2) – meu primeiro contato direto com Sex and The City foi através do filme. Já tinha lido (ou visto muitas fotos) nas revistas sobre as personagens, sobre o seriado, sobre as peripécias sexuais do quarteto de amigas e enquanto ainda morava nos EUA já tinha visto alguns episódios entrecortados, mas parar mesmo para conhecer a história foi com o filme. E apesar das críticas de pessoas que certamente conhecem mais sobre o enredo do que eu – gostei do que vi. Gostei mesmo.
As imagens do longa certamente passeiam através dos olhares femininos – tudo muito colorido, muito too much, muito fútil, muito caro – o que cá entre nós – é bom demais.
Nas mais de duas horas de duração a gente consegue esquecer que o mundo tem problemas tão assim mundanos. Os dramas parecem tão mais fáceis de serem resolvidos.
Mas então decidi voltar para o início e assistir o seriado lá atrás, no principio de tudo. Depois volto com mais reflexões, nem tão profundas assim…
Eu não sou especialista em Sex and The City e ele parece não ser em mulheres. Ele parece ter levado o espírito da série muito à sério. A gente não. Parece que os homens têm preconceito com as coisas/assuntos que fazem as mulheres se divertirem. E a gente realmente se diverte com o que vê nesse mundinho novaiorquino. Nada de levar à sério.
Trecho:
“Depois de breve pesquisa, descubro teorias interessantes sobre o fenômeno “Sexo e a Cidade”. Todas elas sublinham o mesmo ponto: “O sexo e a cidade” representou, na tv, um grito de libertação feminina, permitindo que as mulheres pudessem falar e comportar-se como os homens. A tese é interessante e, para além de interessante, claramente contraditória.
Primeiro, ela defende que a melhor forma das mulheres se “libertarem” passa por serem tão vulgares como os mais vulgares dos homens: nas conversas e nos comportamentos. Uma mulher “liberada” é, digamos, um homem com sapatos Manolo Blahnik.
Mas a ironia maior é que não há “libertação” alguma em “O Sexo e a Cidade”: assistindo intermitentemente ao filme (e relembrando as intermitências da série), só a Spice loira parece escapar aos sofrimentos típicos das fêmeas. Ela, pelo menos, é coerente, devorando macho atrás de macho sem sentimento de culpa. As restantes não se distinguem da minha bisavó, sofrendo com as inevitáveis tropelias dos homens. Elas são mulheres livres, com certeza e, no entanto, querem amarrar-se ao primeiro homem que encontram e idealizam. “O sexo e a cidade” não oferece a alegria libertadora das mulheres; oferece as lágrimas delas pelo Príncipe Encantado que, afinal, era um sapo. Não há coisa mais reacionária.
E não há coisa mais narcisista também. Porque se existe alguma originalidade em “O Sexo e a Cidade”, ela não está no sexo. Está, curiosamente, no amor. Na definição de um novo e patético tipo de amor para o século 21. Não é por acaso que a narradora da história confessa recorrentemente que partiu para Nova York em busca de grifes e de amor. A intenção revela o mesmo propósito e a mesma confusão: encarar objetos, ou pessoas, como uma forma de preencher o vazio. ”
Blá, blá, blá… Isso sim é conversa chata. Se vocês se irritam – até nas telas- com esses conflitos, o que se pode fazer? Imagine se fôssemos discutir aqui todas as nuances patéticas que envolvem o universo masculino? Tem certos momentos que a gente só quer ver roupas bonitas e mulheres que finalmente tem o direito de serem felizes – do jeito que tiverem vontade – mesmo que seja vivendo igual aos homens. E quer saber? Os personagens mais óbvios e que não fogem dos comportamentos típicos são os vividos por homens no filme.
E quem não viu ainda – não desanima – vale o ingresso e é diversão garantida. Aí vai o trailer como aperitivo.