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Amelia Earhart: uma lição na História e na Moda‏ Outubro 28, 2009

Arquivado em: Cinema, Estilo, Fashion, Moda, Style — Clara Torres @ 8:47 pm
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Amelia Earhart pode ser mais conhecida por ter sido a primeira mulher a fazer um vôo solo transatlântico em 1932, como vai exibir o novo filme Amelia (em cartaz nos Estados Unidos), mas sua contribuição para a moda não foi devidamente reconhecida. Ela assumiu riscos em ambas paixões – pilotar e se vestir. Embora o seu desaparecimento ainda seja um mistério, seu legado estiloso ainda permanece bem vivo e atual.  Um deles bomber jackets (jaquetas de bombardeiro) —do couro ao sintético — continua dando graça ao guarda-roupa de hoje.

Bomber Jacket - Jaqueta com gola de pele ($68 na ArdenB.com) e Jaqueta de Couro ($260 na Topshop.com)

Aviator Hats When Earhart took on a position as associate editor at Cosmopolitan magazine, she used the opportunity to raise awareness for commercial aviation and the acceptance of women in the field. A portrait print of her wearing an aviator hat and goggles is available at the Amelia Earhart Museum. The hat style always rears its (cute) head during cold-weather season to keep its wearer's ears and head nice and toasty.  Pictured: Faux Leather Shell Aviator Hats ($25.99 each at Amazon.com)

Chapéu de Aviador - quando Amelia era editora associada na revista Cosmopolitan, ela usou a oportunidade para divulgar a mulher na aviação. Um retrato dela usado o chapéu de aviador está disponível no museu Amelia Earhart. ($25.99 cada no Amazon.com)

Pictured from top: Heritage Avator Sunglasses ($98 at Nordstrom.com), Carrera Eyewear Vintage-Inspired Avaitor Sunglasses ($120 at Nordstrom.com) and Interlock Aviator Sunglasses by Marc Jacobs ($98 at SaksFifthAvenue.com)

Óculos de aviador - do alto: ($98 na Nordstrom.com), ($120 na Nordstrom.com) Marc Jacobs ($98 na SaksFifthAvenue.com)

Depois de se destacar na aviação, a jovem aviadora criou uma coleção de roupas para pilotas. Sua primeira criação? O macacão com grandes bolsos. Estava tão a frente da moda naquela época que a Vogue exibiu a novidade com destaque. Este ano a tendência voltou com força total.

Calças Cáqui - A aviadora também criou roupas para qualquer “mulher que vive ativamente”.

Embora Amelia tenha adaptado criações a partir do vestuário masculino, ela soube como adicionar um acento feminino. Ela ficou conhecida por usar echarpes estampados em conjunto com as jaquetas. Echarpe floral Oscar de la Renta ($120 na ChickDowntown.com)

Bota de corrida Earhart - ideal para as aventuras no ar. Da esquerda: ($69 na Macys.com) e Michael Kors ($245 na MichaelKors.com)

Blusa Básica Earhart - corte simples e cor natural, mas com toque feminina por causa dos babados e das linhas.

 

Cor do dia: Pink…♥ Setembro 2, 2009

Arquivado em: Estilo, Fashion, It Girl♥, Moda, Style — Clara Torres @ 10:23 pm
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Amo muito tudo isso… Janeiro 29, 2009

Arquivado em: Amo muito tudo isso, Estilo, Fashion, Moda, Style — Clara Torres @ 12:29 am
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Tudo by Fred Flare

Tudo by Fred Flare

 

Vestidos que são literalmente arte Julho 11, 2008

Arquivado em: Fashion, Moda, News — Clara Torres @ 1:05 am
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Adoráveis estes mini-vestidos que fazem parecer que se está literalmente vestindo arte. Verdadeiras obras primas em movimento são os modelos da Chloe Short. Leighton Meester (a Blair de Gossip Girl) usou da maneira mais audaciosa – colado ao corpo, ultra-curto e com uma bolsa que combinou perfeitamente –tanto o estilo quanto a cor.

A modelo americana Beth Ostrosky escolheu um Chloe similar. Particularmente gostei mais da Leighton, apesar de ser um look bem restrito às que tem um corpo literalmente perfeito e longilíneo.

 

 

Sex and the City – do fim para o começo… Julho 10, 2008

Arquivado em: Cinema, Fashion, Moda, News, World News — Clara Torres @ 11:48 pm
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Confesso – extremely embarrassed – que comecei pelo fim, ou pelo menos pelo que até agora parece ser o fim (até que venha o 2) – meu primeiro contato direto com Sex and The City foi através do filme. Já tinha lido (ou visto muitas fotos) nas revistas sobre as personagens, sobre o seriado, sobre as peripécias sexuais do quarteto de amigas e enquanto ainda morava nos EUA já tinha visto alguns episódios entrecortados, mas parar mesmo para conhecer a história foi com o filme. E apesar das críticas de pessoas que certamente conhecem mais sobre o enredo do que eu – gostei do que vi. Gostei mesmo.

As imagens do longa certamente passeiam através dos olhares femininos – tudo muito colorido, muito too much, muito fútil, muito caro – o que cá entre nós – é bom demais.

Nas mais de duas horas de duração a gente consegue esquecer que o mundo tem problemas tão assim mundanos. Os dramas parecem tão mais fáceis de serem resolvidos.

Mas então decidi voltar para o início e assistir o seriado lá atrás, no principio de tudo. Depois volto com mais reflexões, nem tão profundas assim…

 

Ah, dentre as coisas que li por aí ao sobre o filme, a que menos gostei foi “Sexo Oral”, do colunista da Folha SP João Pereira Coutinho.

Eu não sou especialista em Sex and The City e ele parece não ser em mulheres. Ele parece ter levado o espírito da série muito à sério. A gente não. Parece que os homens têm preconceito com as coisas/assuntos que fazem as mulheres se divertirem. E a gente realmente se diverte com o que vê nesse mundinho novaiorquino. Nada de levar à sério.

Trecho:

Depois de breve pesquisa, descubro teorias interessantes sobre o fenômeno “Sexo e a Cidade”. Todas elas sublinham o mesmo ponto: “O sexo e a cidade” representou, na tv, um grito de libertação feminina, permitindo que as mulheres pudessem falar e comportar-se como os homens. A tese é interessante e, para além de interessante, claramente contraditória.

Primeiro, ela defende que a melhor forma das mulheres se “libertarem” passa por serem tão vulgares como os mais vulgares dos homens: nas conversas e nos comportamentos. Uma mulher “liberada” é, digamos, um homem com sapatos Manolo Blahnik.

Mas a ironia maior é que não há “libertação” alguma em “O Sexo e a Cidade”: assistindo intermitentemente ao filme (e relembrando as intermitências da série), só a Spice loira parece escapar aos sofrimentos típicos das fêmeas. Ela, pelo menos, é coerente, devorando macho atrás de macho sem sentimento de culpa. As restantes não se distinguem da minha bisavó, sofrendo com as inevitáveis tropelias dos homens. Elas são mulheres livres, com certeza e, no entanto, querem amarrar-se ao primeiro homem que encontram e idealizam. “O sexo e a cidade” não oferece a alegria libertadora das mulheres; oferece as lágrimas delas pelo Príncipe Encantado que, afinal, era um sapo. Não há coisa mais reacionária.

E não há coisa mais narcisista também. Porque se existe alguma originalidade em “O Sexo e a Cidade”, ela não está no sexo. Está, curiosamente, no amor. Na definição de um novo e patético tipo de amor para o século 21. Não é por acaso que a narradora da história confessa recorrentemente que partiu para Nova York em busca de grifes e de amor. A intenção revela o mesmo propósito e a mesma confusão: encarar objetos, ou pessoas, como uma forma de preencher o vazio. ”

 

Blá, blá, blá… Isso sim é conversa chata. Se vocês se irritam – até nas telas- com esses conflitos, o que se pode fazer? Imagine se fôssemos discutir aqui todas as nuances patéticas que envolvem o universo masculino? Tem certos momentos que a gente só quer ver roupas bonitas e mulheres que finalmente tem o direito de serem felizes – do jeito que tiverem vontade – mesmo que seja vivendo igual aos homens. E quer saber? Os personagens mais óbvios e que não fogem dos comportamentos típicos são os vividos por homens no filme.  

 

E quem não viu ainda – não desanima – vale o ingresso e é diversão garantida. Aí vai o trailer como aperitivo.

 

 

 

“Paris Haute-Couture” se atualiza Julho 3, 2008

O antigo ritual dos shows de alta-costura da Semana de Moda (coleção outono) em Paris começaram ontem a todo vapor… E como de costume, pela passarela, os supervestidos singulares que provavelmente nunca vão chegar até as lojas e, na platéia, os resistentes seguidores da moda que não querem perder uma única volta. E que mulher não mataria para estar lá, não é mesmo?

 (Nota: dizem os fashion-especialistas internacionais que é mais “haute” (elegante/moderno) não usar mais “haute-couture” (alta-costura). O haute em conexão com couture caiu é ficou o couture. O porque eu ainda não sei.)

Balanço de uma leiga – acompanhando daqui, eis uma seleção das manchetes que os principais sites publicaram sobre o mega-evento.

 

Desfile Chanel no Grand Palais em Paris 

 

- O desfile de Chanel trouxe vestidos estruturados, franjas em formas de tubinhos, mangas bufantes, formas arrendodadas e cores básicas: preto, branco, cinza, rosa e vinho. Karl foi discretamente elogiado.

 

Coleção Outono Chanel

 

»Chanel transforma minúsculos tubos de tule em costura. Tubos inspirados em órgãos “pendurados em um vestido como góticas tiras de lava-jato.” (International Herald Tribune)

 

» “Este tipo de mistura sagaz que tem feito o estilista Lagerfeld um ícone da cultura pop.” (Associated Press)

 

» “Com roupas como essa, quem precisa de acessórios?” (Fashion Week Daily)

 

- Christian Lacroix – completamente massacrado!!!

 

Coleção Lacroix Fall 2008

 

 

» “Somente uma mente tediosa poderia convidar para qualquer explanação literal.” (Style.com)

 

» “Minimalistas estejam certos! Isto não é para vocês.” (Telegraph)

 

» “Adequado para a época de Maria-Antonieta.” (Associated Press)

 

 “Até mesmo o observador mais esgotado esquece que isto sao roupas. Eles apenas tem muito coração para ser, tecnicamente, inanimado.” (Fashion Week Daily)

 

 - Christian Dior – conto de fadas e corte impecável.

 

Dior

 

 

» “Irrepreensível toque de perversidade.” (Style.com)

 

» “Se o design oferece roupas dos contos de fadas, entretanto, há alguma coisa aqui para ambos – os personagens do bem e os deliciosamente malvados.” (The Independent)

 

» “Fundamenta o desejo de atenção para a transparência, entretanto, há um meticuloso trabalho para o corte escultural e a forma arquitetônica.” (Telegraph)

 

- Armani Prive – ovacionado pelos críticos de moda.

 

Armani

 

 

 

Armani - dando às mulheres o que elas querem» “O Poder da Mulher, ele parece dizer, continua em volta, “mas sua confiança alcançada com dificuldade a permite trabalhar mais suavemente e mais glamourosa.” (Women’s Wear Daily)

 

 

» “Suavizando a androgenia do terno e calça e trazendo a paz para a guerra fashion dos sexos.” (International Herald Tribune)

 

» “Ele organizadamente depositou o look sério do uniforme corporativo no passado.” (Style.com)

 

» “Tudo o que uma mulher bem-vestida e bem-sucedida de hoje poderia – de modo concebível – querer em seu closet” (Telegraph)

 

 - Givenchy – apontado como exótico.

 Givenchy

 

 

» “O estilista inspirou sua coleção na área central do Peru, onde ele criou uma paisagem com as cores de Machu Picchu, como o marrom-tabaco e o bege das pedras.” (International Herald Tribune)

 

» “Uma bailarina gótica é o caminho que ele descreveu no programa.” (Style.com)