Olha aí a Playlist dos hits tocados na Semana de Moda em New York:
* Prada: “Crawfish”, Elvis Presley
* Chloé, “Mickey”, Toni Basil
* Dolce & Gabbana, “La Vie en Rose” (Tom Moulton mix), Grace Jones
* Chanel, “Our House”, Madness
* House of Holland, “Dusk Til Dawn”, Ladyhawke
* Rag & Bone, “Shut Up and Let Me Go”, The Ting Tings
* Lacoste, “Chemtrails”, Beck
* Alexander Wang, “You’ll Find a Way”, Santogold
* Marc by Marc Jacobs, “Paper Planes”, M.I.A.
* Dries Van Noten, Serge Gainsbourg (amostras de música e voz)
* Proenza Schouler, “Blue Heat”, Cabaret Voltaire
* Louis Vuitton, “Non, Je Ne Regrette Rien”, Edith Piaf
Hits mais quentes da Fashion Week Maio 23, 2009
Single de Kelly Clarkson quebra recorde da Bilboard Janeiro 29, 2009
O novo single da cantora Kelly Clarkson, “My Life Would Suck Without You”, catapultou da posição #97 que ocupava na semana passada, para 1º na lista das 100 músicas mais tocadas, lançada semanalmente pela revista americana especializada em música. Com esse salto, Kelly quebrou o recorde que era de Britney Spears, que viu na semana passada “Womanizer” saltar de #96 para #1 em apenas 7 dias. Além disso, a canção se manteve no primeiro lugar na lista de venda digital de músicas: 279.605 em sua primeira semana. Este é terceiro
maior debut digital de uma artista feminina. E dá-lhe Kelly!!! Escuta aí o single que conquistou a façanha.
Madonna: Aerobic, not erotic. Novembro 26, 2008
Madonna e sua turnê Stick and Sweet vem por aí e para aqueles sortudos que vão ter o prazer de assitir ao show da cantora pop mais famosa da atualidade, eis um relance do que podem esperar aqui:
O crítico musical do NYTimes, Jon Pareles, escreveu um artigo sobre a perfomance da cantora na primeira passagem pelos EUA, no Izod Center, em New Jersey.
Eis abaixo o artigo – e excelente texto. (Tradução e adaptação livre).
Aerobic, Not Erotic: O show enquanto exercício
“Tique-taque, tique-taque”, os backing vocal de Madonna cantam, enquanto telões e alto-falantes explodem para a vida no Izod Center. O tempo obceca Madonna em sua turnê Sticky and Sweet, que fez sua primeira parada Americana aqui no Sábado.
O tempo significa batida e ritmo – e isto significa a história pop encapsulada nos hits que Madonna vem fazendo desde 1982. Também significa o envelhecimento que ela desafia com exercícios físicos, mudanças na imagem (através do uso de cosméticos e de inovações nos cabelos e nas roupas) e ao que parece com cirurgia plástica.
Aos 50, Madonna não pode mais ser vista como uma ingênua clubland, uma rainha glamourosa de Hollywood, uma iconoclasta que rejeita a educação Católico-Romana ou uma provocateur excêntrica, e ela também não é nenhuma espécie de matrona ainda. O tempo tem ressaltado seus pontos centrais: a de profissional ambiciosa e batalhadora teimosa.
Já existiu uma sex symbol pop mais fria? Por todas as indicações em suas letras, Madonna sempre projetou mais a diligência e o cálculo do que a afeição. Ela trabalha; sua audiência vê e paga, e se transforma em outra conquista.
“Eu posso continuar andando através da noite,” ela insiste em “Heartbeat,” do seu mais novo álbum, “Hard Candy” (Warner Brothers), que fornece praticamente metade das músicas apresentadas no show. Este era o propósito: Lá estava ela, aos 50(!), pavoneando-se, empurrando seus dançarinos, até mesmo fazendo passos de double-Dutch jump-rope sem fazer confusão.
Madonna construiu seu estrelato baseado em suas qualidades — seu ouvido para ganchos e batidas, sua visão, um profético senso fashion e um instinto para impulsionar novidades culturais —e o show Sticky and Sweet insiste, até exige que eles permaneçam tendo este efeito.
Ela infla o volume, acumula na batida e mistura o impossível de ser parado e o confuso, o eletrizante e o ridículo. A direção tem quatro seções temáticas: a pista de dança dos dias de hoje, a antiga escola, o extensivo grande mundo, e as aspirações políticas e espirituais (via pista de dança). Para grandes canções eletro de “Hard Candy” ela teve convidados hip-hop do álbum — Kanye West, e Pharrell Williams — atuando em elevadas telas de vídeo, dividindo o orgulhoso sentimento comercial de canções como “Candy Shop.”
A seção velha-escola teve como pano de fundo, personagens animados criados pelo artista Keith Haring, folheados através de elementos originais da cultura hip-hop — break dancing, D.J. scratching, double Dutch e graffiti — junto com um (incompreensível) pole dancing. Visto punk e hip-hop serem contemporâneos, Madonna também levantou a guitarra elétrica para uma versão punk-pop entusiástica de “Borderline.” Seus movimentos foram aeróbicos, não eróticos; em uma canção, outros dançarinos se apresentaram como se fossem personal trainers.
Então veio uma high-fashion, geograficamente misturada brincadeira internacional, enquanto dançarinos faziam movimentos de flamenco, tango, indianos e do Oriente Médio. A hispânica “La Isla Bonita” moveu-se para o Leste Europeu, enquanto Madonna lançava uma banda estilo Gypsy, com violino e acordeão. E isto a acompanhou na música que expôs sua voz: a balada “You Must Love Me,” com prolongadas notas tristes.
Madonna voltou para mensagens: um vídeo estilo save-the-world toperdeou suas boas intenções em excesso: justapondo John McCain com Hitler e Barack Obama com Gandhi.
Embora seu figurino e cabelo deixassem seu visual com jeito de personagem má de revista em quadrinhos dos anos 70, Madonna esteve próxima da inspiração, em uma versão carga de elétrons, de “Like a Prayer,” com rígidos professores religiosos ensinando, projetados no alto. Ela seguiu com toques de guitarra elevando versões de “Ray of Light” e, retornando às coisas terrestres, “Hung Up,” com um feedback final. Ela queria a velha credibilidade dos punks rebeldes.
“Ninguém vai me parar,” Madonna proclama, e no seu final, “Give It 2 Me.” Mas quando o show termina, o último vislumbre de Madonna foi um close-up no vídeo de sua face suada, séria e exausta. Ela teve que trabalhar duro e mostrou isto.
Músicas para um momento fashion Novembro 12, 2008
Enquanto se navega pela net vasculhando os sites mais badalados do mundo fashion ou os de “gossip celebs” (fofocas de celebridades), ou mesmo na hora de se aprontar para uma baladas, nada como uma trilha sonora inspiradora. Pode confiar: até faz diferença na vontade de dar uma caprichada na produção: do make up, àquele lenço no cabelo.
Minhas dicas musicais para esses momentos:
J Bitter Sweet – The Bomb (a trilha de abertura da série mais chic da temporada Lipstick Jungle tem um vocal sensual, é curta e tem um ritmo legal e soa très chic).
J Unwritten – Natasha Bendigfield (trilha de abertura do reality show The Hills. Eu acho a letra linda, a voz de Natasha é bem pop e o ritmo te leva até quase Los Angeles).
J Valerie – Amy Winehouse (a voz de Amy dispensa apresentação e nesta canção em especial ela mostra todo o potencial. Simplesmente perfeita. Nada mais inspirador, dá vontade de sair rodopiando pelo quarto).
J Monkey Man – Amy Winehouse (há quem possa achar a música meio maluquinha, mas eu gosto. É agitada, lembra aqueles barzinhos de jazz de filmes antigos e é dançante).








