O Momentum

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Carrie está de volta – Sex and the City 2 Setembro 8, 2009

Vez por outra passo horas vendo e revendo o seriado Sex and the City. Ainda não consigo entender porque cancelaram o programa. As aventuras de Carrie e suas amigas rende tanto que se tornou filme e agora tem sequência. As filmagens já começaram!!! Para quem aprendeu muito com os dramas desse quarteto, vem mais material por aí! É garotas Carrie Bradshaw está de volta! A personagem é praticamente uma extensão da Sarah Jessica Parker, intríseca. E que papel: aparecer super bem vestida tod tempo, trajando alta-costura, Manolos e Louboutins nos pés, maquiagem e cabeo impecável. Uau…Inveja…Bem, vamos acompanhando por aqui cada detalhe de mais essa mega-produção.

Será que vem um baby para o casal???

Será que vem um baby para o casal???

 

Gossip girl fashion… Fevereiro 13, 2009

Em um rápido passeio de compras com a melhor amiga Blair, a sempre cool Serena sabe como se manter casual – usando um colete jeans, camiseta e calça skinny cinza. Sempre com os cabelos soltos, o que garante a personagem um look descontraído.

 

Serena e Blair

Em acao: Serena e Blair

 

 

Trailer de “The City” Janeiro 27, 2009

Trailer de “The City”, o novo reality show da MTV estrelado por Whitney Port, de “The Hills”.

 

 

Lipstick Jungle: luzes brilhantes, cidade grande, melhores amigas Dezembro 1, 2008

 

Casting do seriado da NBC Lipstick Jungle

Casting do seriado da NBC Lipstick Jungle

Lipstick Jungle é uma daquelas séries que eu simplesmente adoro assistir. Baseada em um best-seller de Candace Bushnell (mesma autora de “Sex and the City“), o sexy-drama acompanha a vida de três amigas poderosas, enquanto elas vivem os altos e baixos de se estar no topo.

Nico e Wendy Realy, vivida por Brooke Shields

Executivas: Nico e Wendy Realy, interpretada por Brooke Shields

Wendy Healy (Brooke Shields) é uma executiva da indústria cinematográfica que tenta equilibrar a carreira e a família. É a mais certinha das três e a única que é mãe.

Nico (Kim Raver “24 horas”) é a editora-chefe de uma influente revista, que tem como meta se tornar a diretora chefe da companhia. A loira poderosa é casada com um professor renomado, mas cai em tentação quando se depara com o jovem fotógrafo Kirby Atwood (Robert Buckley), com quem vive um tórrido caso de amor.

tórrido caso de amor

Kirby e Nico: tórrido caso de amor

Vale a pena assitir a série só por causa dele: esse californiano tem o rosto e corpo mais bonito que vi nas telas nos últimos tempos. Perfeito.  

o californiano Robert Buckley interpreta um jovem fotógrafo

Colírio: o californiano Robert Buckley interpreta um jovem fotógrafo

A inspirada designer de moda Victory (Lindsay Price, “Beverly Hills, 90210″) corre atrás de conquistar o mundo com sua grife e encontrar o grande amor nesse caminho. Vive uma relação conturbada – de idas e vindas – com o milionário Joe, interpretado por Andrew McCarthy, o charmosão que fazia os filmes de adolescentes no final dos anos 80.

Lidsay Price e Andrew McCarthy - Victory e Joe

Lidsay Price e Andrew McCarthy - Victory e Joe

 

O seriado da NBC foi lançado nos EUA no dia 7 de fevereiro deste ano. O show foi originalmente planejado para ter 13 episódios. Mas este cronograma foi atrapalhado pela greve dos roteiristas que abalou a indústria e apenas 7 episódios foram produzidos. A segunda temporada de Lipstick Jungle estreou no dia 24 de setembro.

Com humor e intensidade, essas três modernas de New York ajudam uma a outra a passar pelos triunfos e lágrimas que fazem parte da vida na Big Apple.

No início de novembro surgiram boatos de que que a NBC cancelaria o show devido a baixa audiência. Mas esses rumores até o momento não foram oficialmente confirmados, apesar de fontes internas assegurarem que o fato é certo.

Não dá para entender o que deu errado com o seriado que chegou com a premissa de ser o novo de ser o novo Sex and the City. Mas os dois programas apesar de parecerem semelhantes são bem diferentes. Sex and the city é mais satírico, aposta nas caricaturas e estereótipos, cai no humor. Lipstick também é leve, mas bem mais denso. As personagens aparentam mais inteligência e firmeza, as relações são mais sólidas e não tão superficiais. O glamour veio como característica forte – os figurinos são lindos, assim como as mulheres. Tudo muito caro, belo, excessivo. É também mais elaborado do que em Sex.

Glamour é caracteristica marcante dos episódios

Glamour é característica marcante dos episódios

 

Sei que fiquei triste com o possível cancelamento. Termino de assistir um episódio, querendo ver outro. É uma distração para os olhos e para a mente ver o que de mais atual na forma como as mulheres lidam com suas vidas e com o seu visual. Uma pena se terminar sem ter mal começado. Uma pena deixar de ver o Kirby nesse papel de fotógrafo irresistível.

Kirby - de tirar o fôlego.

Kirby - de tirar o fôlego.

 

E-mais Sex and the City Julho 11, 2008

Para quem quer entrar mais no mundo Sex and the City o New York Times tem uma página dedicada ao filme bem legal e completamente multimídia – tem vídeos com depoimentos, fotos e um vídeo que mostra uma repórter indo até a première do longa.

E no site da estilista do filme Patricia Field tem uma página dedicada a venda de produtos relacionados ao longa e ao seriado.  Para todos os gostos e bolsos: artigos que vão de $14 a $3,200. O famoso vestido com a notória flor custa $398. Quem se habilita a sair pelas ruas assim?

 

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Sex and the City – do fim para o começo… Julho 10, 2008

Arquivado em: Cinema, Fashion, Moda, News, World News — Clara Torres @ 11:48 pm
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Confesso – extremely embarrassed – que comecei pelo fim, ou pelo menos pelo que até agora parece ser o fim (até que venha o 2) – meu primeiro contato direto com Sex and The City foi através do filme. Já tinha lido (ou visto muitas fotos) nas revistas sobre as personagens, sobre o seriado, sobre as peripécias sexuais do quarteto de amigas e enquanto ainda morava nos EUA já tinha visto alguns episódios entrecortados, mas parar mesmo para conhecer a história foi com o filme. E apesar das críticas de pessoas que certamente conhecem mais sobre o enredo do que eu – gostei do que vi. Gostei mesmo.

As imagens do longa certamente passeiam através dos olhares femininos – tudo muito colorido, muito too much, muito fútil, muito caro – o que cá entre nós – é bom demais.

Nas mais de duas horas de duração a gente consegue esquecer que o mundo tem problemas tão assim mundanos. Os dramas parecem tão mais fáceis de serem resolvidos.

Mas então decidi voltar para o início e assistir o seriado lá atrás, no principio de tudo. Depois volto com mais reflexões, nem tão profundas assim…

 

Ah, dentre as coisas que li por aí ao sobre o filme, a que menos gostei foi “Sexo Oral”, do colunista da Folha SP João Pereira Coutinho.

Eu não sou especialista em Sex and The City e ele parece não ser em mulheres. Ele parece ter levado o espírito da série muito à sério. A gente não. Parece que os homens têm preconceito com as coisas/assuntos que fazem as mulheres se divertirem. E a gente realmente se diverte com o que vê nesse mundinho novaiorquino. Nada de levar à sério.

Trecho:

Depois de breve pesquisa, descubro teorias interessantes sobre o fenômeno “Sexo e a Cidade”. Todas elas sublinham o mesmo ponto: “O sexo e a cidade” representou, na tv, um grito de libertação feminina, permitindo que as mulheres pudessem falar e comportar-se como os homens. A tese é interessante e, para além de interessante, claramente contraditória.

Primeiro, ela defende que a melhor forma das mulheres se “libertarem” passa por serem tão vulgares como os mais vulgares dos homens: nas conversas e nos comportamentos. Uma mulher “liberada” é, digamos, um homem com sapatos Manolo Blahnik.

Mas a ironia maior é que não há “libertação” alguma em “O Sexo e a Cidade”: assistindo intermitentemente ao filme (e relembrando as intermitências da série), só a Spice loira parece escapar aos sofrimentos típicos das fêmeas. Ela, pelo menos, é coerente, devorando macho atrás de macho sem sentimento de culpa. As restantes não se distinguem da minha bisavó, sofrendo com as inevitáveis tropelias dos homens. Elas são mulheres livres, com certeza e, no entanto, querem amarrar-se ao primeiro homem que encontram e idealizam. “O sexo e a cidade” não oferece a alegria libertadora das mulheres; oferece as lágrimas delas pelo Príncipe Encantado que, afinal, era um sapo. Não há coisa mais reacionária.

E não há coisa mais narcisista também. Porque se existe alguma originalidade em “O Sexo e a Cidade”, ela não está no sexo. Está, curiosamente, no amor. Na definição de um novo e patético tipo de amor para o século 21. Não é por acaso que a narradora da história confessa recorrentemente que partiu para Nova York em busca de grifes e de amor. A intenção revela o mesmo propósito e a mesma confusão: encarar objetos, ou pessoas, como uma forma de preencher o vazio. ”

 

Blá, blá, blá… Isso sim é conversa chata. Se vocês se irritam – até nas telas- com esses conflitos, o que se pode fazer? Imagine se fôssemos discutir aqui todas as nuances patéticas que envolvem o universo masculino? Tem certos momentos que a gente só quer ver roupas bonitas e mulheres que finalmente tem o direito de serem felizes – do jeito que tiverem vontade – mesmo que seja vivendo igual aos homens. E quer saber? Os personagens mais óbvios e que não fogem dos comportamentos típicos são os vividos por homens no filme.  

 

E quem não viu ainda – não desanima – vale o ingresso e é diversão garantida. Aí vai o trailer como aperitivo.