A chique loja de departamentos novaiorquinaBergdorf Goodman foi invadida pelo elenco de Sex and the City – o quarteto formado por Kim Cattrall, Cynthia Nixon, Sarah Jessica Parker e Kristin Davis.
Enquanto a mulherada trabalhava, a babá passeava pela cidade com as gêmeas de Sarah Jessica – Marion e Tabitha.
Ah – a Carrie também vai aparecer com esse vestido-jornal (onde se lê Christian Dior Daily).
Vez por outra passo horas vendo e revendo o seriado Sex and the City. Ainda não consigo entender porque cancelaram o programa. As aventuras de Carrie e suas amigas rende tanto que se tornou filme e agora tem sequência. As filmagens já começaram!!! Para quem aprendeu muito com os dramas desse quarteto, vem mais material por aí! É garotas Carrie Bradshawestá de volta! A personagem é praticamente uma extensão da Sarah Jessica Parker, intríseca. E que papel: aparecer super bem vestida tod tempo, trajando alta-costura, Manolos e Louboutins nos pés, maquiagem e cabeo impecável. Uau…Inveja…Bem, vamos acompanhando por aqui cada detalhe de mais essa mega-produção.
Entrevista de Patricia Field para Época: “Recomendo cores fortes para minhas clientes, mas meu estilo é simples e forte”, explica a figurinista a ÉPOCA. Com o fenômeno Sex and the City e O Diabo Veste Prada (filme pelo qual ela conquistou uma indicação para o Oscar em 2007) em seu currículo, Patricia é uma das gurus de estilo mais requisitadas e respeitadas do momento. Em seu novo filme, a comédia Delírios de Consumo de Becky Bloom (Confessions of a Shopaholic), baseado na popular série de livros da escritora inglesa Sophie Kinsella, Patricia selecionou trajes em cores dramáticas como amarelo-canário e um pink berrante para a protagonista, a atriz Isla Fisher (mais conhecida por ser a namorada do ator Sasha Baron Cohen, o Borat, na vida real). Nesta entrevista, ela comenta o estilo da primeira-dama americana, Michelle Obama, e avalia o efeito da crise na forma como as mulheres se vestem.
Lipstick Jungle é uma daquelas séries que eu simplesmente adoro assistir. Baseada em um best-seller de Candace Bushnell (mesma autora de “Sex and the City“), o sexy-drama acompanha a vida de três amigas poderosas, enquanto elas vivem os altos e baixos de se estar no topo.
Executivas: Nico e Wendy Realy, interpretada por Brooke Shields
Wendy Healy (Brooke Shields) é uma executiva da indústria cinematográfica que tenta equilibrar a carreira e a família. É a mais certinha das três e a única que é mãe.
Nico (Kim Raver “24 horas”) é a editora-chefe de uma influente revista, que tem como meta se tornar a diretora chefe da companhia. A loira poderosa é casada com um professor renomado, mas cai em tentação quando se depara com o jovem fotógrafo Kirby Atwood (Robert Buckley), com quem vive um tórrido caso de amor.
Kirby e Nico: tórrido caso de amor
Vale a pena assitir a série só por causa dele: esse californiano tem o rosto e corpo mais bonito que vi nas telas nos últimos tempos. Perfeito.
Colírio: o californiano Robert Buckley interpreta um jovem fotógrafo
A inspirada designer de moda Victory (Lindsay Price, “Beverly Hills, 90210″) corre atrás de conquistar o mundo com sua grife e encontrar o grande amor nesse caminho. Vive uma relação conturbada – de idas e vindas – com o milionário Joe, interpretado por Andrew McCarthy, o charmosão que fazia os filmes de adolescentes no final dos anos 80.
Lidsay Price e Andrew McCarthy - Victory e Joe
O seriado da NBC foi lançado nos EUA no dia 7 de fevereiro deste ano. O show foi originalmente planejado para ter 13 episódios. Mas este cronograma foi atrapalhado pela greve dos roteiristas que abalou a indústria e apenas 7 episódios foram produzidos. A segunda temporada de Lipstick Jungle estreou no dia 24 de setembro.
Com humor e intensidade, essas três modernas de New York ajudam uma a outra a passar pelos triunfos e lágrimas que fazem parte da vida na Big Apple.
No início de novembro surgiram boatos de que que a NBCcancelaria o show devido a baixa audiência. Mas esses rumores até o momento não foram oficialmente confirmados, apesar de fontes internas assegurarem que o fato é certo.
Não dá para entender o que deu errado com o seriado que chegou com a premissa de ser o novo de ser o novo Sex and the City. Mas os dois programas apesar de parecerem semelhantes são bem diferentes. Sex and the city é mais satírico, aposta nas caricaturas e estereótipos, cai no humor. Lipstick também é leve, mas bem mais denso. As personagens aparentam mais inteligência e firmeza, as relações são mais sólidas e não tão superficiais. O glamour veio como característica forte – os figurinos são lindos, assim como as mulheres. Tudo muito caro, belo, excessivo. É também mais elaborado do que em Sex.
Glamour é característica marcante dos episódios
Sei que fiquei triste com o possível cancelamento. Termino de assistir um episódio, querendo ver outro. É uma distração para os olhos e para a mente ver o que de mais atual na forma como as mulheres lidam com suas vidas e com o seu visual. Uma pena se terminar sem ter mal começado. Uma pena deixar de ver o Kirby nesse papel de fotógrafo irresistível.
De pretinho nada básico. Foi assim que a sempre stylist Sarah Jessica Parker, estrela de Sex and the City, saiu de casa para celebrar a noite de estréia da temporada 2008-2009 do “New York City Ballet”, no Lincoln Center. Deu para entender porque a moça dita moda? Très chic…
Para quem quer entrar mais no mundo Sex and the City o New York Times tem uma página dedicada ao filme bem legal e completamente multimídia – tem vídeos com depoimentos, fotos e um vídeo que mostra uma repórter indo até a première do longa.
E no site da estilista do filme Patricia Field tem uma página dedicada a venda de produtos relacionados ao longa e ao seriado. Para todos os gostos e bolsos: artigos que vão de $14 a $3,200. O famoso vestido com a notória flor custa $398. Quem se habilita a sair pelas ruas assim?
Confesso – extremely embarrassed – que comecei pelo fim, ou pelo menos pelo que até agora parece ser o fim (até que venha o 2) – meu primeiro contato direto com Sex and The City foi através do filme. Já tinha lido (ou visto muitas fotos) nas revistas sobre as personagens, sobre o seriado, sobre as peripécias sexuais do quarteto de amigas e enquanto ainda morava nos EUA já tinha visto alguns episódios entrecortados, mas parar mesmo para conhecer a história foi com o filme. E apesar das críticas de pessoas que certamente conhecem mais sobre o enredo do que eu – gostei do que vi. Gostei mesmo.
As imagens do longa certamente passeiam através dos olhares femininos – tudo muito colorido, muito too much, muito fútil, muito caro – o que cá entre nós – é bom demais.
Nas mais de duas horas de duração a gente consegue esquecer que o mundo tem problemas tão assim mundanos. Os dramas parecem tão mais fáceis de serem resolvidos.
Mas então decidi voltar para o início e assistir o seriado lá atrás, no principio de tudo. Depois volto com mais reflexões, nem tão profundas assim…
Eu não sou especialista em Sex and The City e ele parece não ser em mulheres. Ele parece ter levado o espírito da série muito à sério. A gente não. Parece que os homens têm preconceito com as coisas/assuntos que fazem as mulheres se divertirem. E a gente realmente se diverte com o que vê nesse mundinho novaiorquino. Nada de levar à sério.
Trecho:
“Depois de breve pesquisa, descubro teorias interessantes sobre o fenômeno “Sexo e a Cidade”. Todas elas sublinham o mesmo ponto: “O sexo e a cidade” representou, na tv, um grito de libertação feminina, permitindo que as mulheres pudessem falar e comportar-se como os homens. A tese é interessante e, para além de interessante, claramente contraditória.
Primeiro, ela defende que a melhor forma das mulheres se “libertarem” passa por serem tão vulgares como os mais vulgares dos homens: nas conversas e nos comportamentos. Uma mulher “liberada” é, digamos, um homem com sapatos Manolo Blahnik.
Mas a ironia maior é que não há “libertação” alguma em “O Sexo e a Cidade”: assistindo intermitentemente ao filme (e relembrando as intermitências da série), só a Spice loira parece escapar aos sofrimentos típicos das fêmeas. Ela, pelo menos, é coerente, devorando macho atrás de macho sem sentimento de culpa. As restantes não se distinguem da minha bisavó, sofrendo com as inevitáveis tropelias dos homens. Elas são mulheres livres, com certeza e, no entanto, querem amarrar-se ao primeiro homem que encontram e idealizam. “O sexo e a cidade” não oferece a alegria libertadora das mulheres; oferece as lágrimas delas pelo Príncipe Encantado que, afinal, era um sapo. Não há coisa mais reacionária.
E não há coisa mais narcisista também. Porque se existe alguma originalidade em “O Sexo e a Cidade”, ela não está no sexo. Está, curiosamente, no amor. Na definição de um novo e patético tipo de amor para o século 21. Não é por acaso que a narradora da história confessa recorrentemente que partiu para Nova York em busca de grifes e de amor. A intenção revela o mesmo propósito e a mesma confusão: encarar objetos, ou pessoas, como uma forma de preencher o vazio. ”
Blá, blá, blá… Isso sim é conversa chata. Se vocês se irritam – até nas telas- com esses conflitos, o que se pode fazer? Imagine se fôssemos discutir aqui todas as nuances patéticas que envolvem o universo masculino? Tem certos momentos que a gente só quer ver roupas bonitas e mulheres que finalmente tem o direito de serem felizes – do jeito que tiverem vontade – mesmo que seja vivendo igual aos homens. E quer saber? Os personagens mais óbvios e que não fogem dos comportamentos típicos são os vividos por homens no filme.
E quem não viu ainda – não desanima – vale o ingresso e é diversão garantida. Aí vai o trailer como aperitivo.